Diante de mais um atraso para o início das obras dos reservatórios de Amparo, Pedreira e Salto, o consórcio PCJ discute formas de evitar perdas hídricas como alternativa de combate ao desabastecimento na região. O plano dos Comitês das Bacias PCJ face aos atuais eventos climáticos extremos de estiagem visa ações combinadas para evitar o agravamento da crise hídrica. Entre elas, contava-se com a construção desses 3 reservatórios, que garantiriam para a região uma vazão 8 m³ por segundo. Só que mais uma vez as obras foram adiadas. Inicialmente elas iriam começar em 2013, depois o prazo mudou para agosto de 2015 e agora a nova data é Janeiro de 2016.
De acordo com o secretário executivo do consórcio PCJ, Francisco Lahoz, a meta é reduzir a média no índice de perdas de água no serviço de abastecimento das 75 cidades que compõem as Bacias PCJ dos atuais 38% para 20%. O engenheiro do Consórcio PCJ, Sérgio Carvalho, explica tratar-se da elaboração de um plano regional de perdas hídricas nos sistemas de distribuição de água e elaborar um diagnóstico para se chegar a uma solução em conjunto. Foi elaborada uma carta que será distribuída a autoridades e participantes do Grupo de Perdas Hídricas do Consórcio PCJ alertando para a importância do controle das perdas nas redes públicas de distribuição de água.
