O Desfile de 7 de Setembro, em Campinas, foi marcado por protestos pedindo o impeachment da Presidente Dilma Rousseff e a intervenção militar. A advogada, Marilene Dotaviano, foi uma das organizadoras da manifestação, que utilizou faixas bem em frente ao palanque onde estavam as autoridades civis e militares. O General de Brigada, Ricardo Rodrigues Canhaci, comandante da 11ª. Brigada de Infantaria Leve, agradeceu a manifestação de credibilidade pela instituição militar, mas afirmou que para o Exército, nesse momento, a palavra intervenção não existe.
Logo ao lado, estava o grupo que pedia a saída de Dilma Rousseff da Presidência da República, que teve como um dos organizadores, o estudante Lucas Trevisan. Mas não teve só gente protestando. A maioria foi com objetivo de prestigiar o evento, por admiração ao ato cívico. 20 mil pessoas compareceram ao Complexo Viário Joá Penteado, na Avenida Ruy de Almeida Barbosa. O que superou a expectativa da administração municipal, que era de 15 mil pessoas. Bruna Ramiro disse ter se emocionado com a solenidade.
As organizações militares da guarnição de Campinas foram as primeiras a passarem pela avenida, com tropas a pé de cadetes da Academia Militar da Agulhas Negras e alunos da EsPCEx. Em seguida, as tropas motorizadas apresentaram viaturas blindadas de combate, como Urutu e Cascavel. Jonas Donizette garantiu que no próximo ano o desfile volta para a Avenida Francisco Glicério, já revitalizada. Desfilaram também o destacamento da Polícia Militar do Estado de São Paulo, Corpo de Bombeiros, SAMU, Defesa Civil, Guarda Municipal, Escolas, Associações e Entidades.