Um estudo encomendado pela Prefeitura de Campinas aponta que o Aterro Sanitário Delta A , tem capacidade para receber o lixo orgânico da cidade por mais quatro anos. A documentação que dá sobrevida ao aterro, desativado desde abril do ano passado, será encaminhada dentro de 15 dias a Cetesb. O projeto mostra que os resíduos podem ser depositados em arestas formadas na compactação. Se o projeto for aprovado, a Prefeitura deve economizar R$ 36 milhões anuais que são gastos para enviar o lixo para um aterro particular , em Paulínia. O período de quatro anos de reutilização, segundo o secretário municipal de Serviços Públicos, Ernesto Dimas Paulella, é ideal para que a Administração possa planejar e construir uma nova usina de lixo na cidade.
