Os termômetros do Cepagri da Unicamp cravaram às 14h40 da tarde desta sexta-feira, 35º. A temperatura é a mais alta do inverno até agora. Na quinta feira os termômetros chegaram a apontar 34,5º.
Enquanto nas ruas do centro de Campinas as pessoas buscavam sombra a reportagem da CBN encontrou Eduardo Alvarenga, sentado em um dos bancos no Largo do Rosário, debaixo do sol.
Ele disse que estava ali fazia pouco tempo porque trabalha em escritório e foi tomar um pouco de sol. Ele se mostrou preocupado com o verão que vem por aí
Mas quem trabalha na rua não tem como evitar o calor e aí, o negócio é beber bastante água. José Leandro é um dos trabalhadores que executam as obras de revitalização da avenida Francisco Glicério. Ele comenta a situação.
Para João Sebastião, motorista do transporte público de Campinas, dentro do ônibus parecia estar mais calor ainda
A meteorologista da Somar, Olívia Nunes explicou o que causou esse calor
De acordo com o Cepagri, a umidade chegou a 21,2% e o município entrou em estado de atenção de acordo com informações da Defesa Civil
O estado de atenção exige cuidados com a saúde e o incremento de ações preventivas em relação às queimadas. Quanto à saúde, há o risco de incidência de doenças respiratórias como crises de asma, enfisemas, bronquite e alergias. Também podem surgir irritação nos olhos, narinas e garganta. As crianças, idosos e pessoas com qualquer debilidade de saúde são os mais agredidos por este conjunto de fatores.
