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Tempestade de terça ainda causa falta de energia na região

Após 40 horas do temporal que atingiu a Região de Campinas ainda tinha gente enfrentando os reflexos causados pelos ventos fortes e as descargas de energia que derrubaram árvores e

Tempestade de terça ainda causa falta de energia na região
Após 40 horas do temporal que atingiu a Região de Campinas ainda tinha gente enfrentando os reflexos causados pelos ventos fortes e as descargas de energia que derrubaram árvores e postes em cidades como Campinas, Americana, Piracicaba, Paulínia e Santa Bárbara D ´Oeste. Quase 13 mil consumidores amanheceram sem energia ainda nessa quinta-feira, na região. No Cambuí, […]

Após 40 horas do temporal que atingiu a Região de Campinas ainda tinha gente enfrentando os reflexos causados pelos ventos fortes e as descargas de energia que derrubaram árvores e postes em cidades como Campinas, Americana, Piracicaba, Paulínia e Santa Bárbara D ´Oeste. Quase 13 mil consumidores amanheceram sem energia ainda nessa quinta-feira, na região. No Cambuí, em Campinas, uma loja de roupas, que fica na esquina da Rua Irmãos Bierrenbach e Avenida Júlio de Mesquita, teve prejuízos de cerca de 20 mil reais por ficar cerca de 30 horas sem energia.

Para o proprietário, João Freitas, não é o prejuízo financeiro que mais preocupa, mas o risco que ainda enfrentam as pessoas que passam pelo local. Ele aponta bem na esquina da loja, um enorme galho ainda pendurado na fiação. Em outro ponto da cidade, Antônio Bertolini, proprietário de uma casa no Jardim Magnólia, teve que auxiliar a inquilina a solucionar os problemas causados pela queda de árvores e postes no local.

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No Parque industrial, na Escola Municipal Vicente Rao, houve a queda de uma árvore no pátio. Apesar de não ter havido necessidade de interrupção das aulas, o problema prejudica a circulação dos alunos pela escola. A diretora do sindicato dos servidores de Campinas, Rosana Medina, reclama da demora da limpeza do local pela prefeitura. A Prefeitura de Campinas informou que os trabalhos para remoção da árvore que caiu na escola começaram na manhã de quinta-feira, com previsão de retirada total até o fim da tarde do mesmo dia.

E em nota, A CPFL justificou os transtornos alegando situação climática totalmente atípica. Para a empresa, essa foi uma das maiores tempestades em toda a história da concessão no interior de São Paulo. Dados computados pela distribuidora às 11h30 dessa quinta-feira apontam 4,2 mil usuários ainda afetados em Americana, 1,5 mil em Santa Bárbara D´Oeste, 1,1 mil em Sumaré, 762 em Paulínia e 1,4 mil em Piracicaba.

Em Campinas, a CPFL aponta fornecimento de energia normalizado, com equipes direcionadas para casos pontuais.

 

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