O Ministério Público aponta irregularidades no prédio da segunda Seccional de Campinas. Possíveis atos de improbidade administrativa por parte do ex delegado do Deinter-2, , Licurgo Nunes Costa, são citados no processo que é de 2013 e apura “má gestão com subutilização da Seccional.” A promotora, Cristiane Hillal, também cita possível omissão do Estado de São Paulo na segurança pública em Campinas, principalmente em relação à Delegacia da Mulher, que era prevista para o prédio da 2° Seccional . O atual diretor do Deinter-2, Kleber Altale, no início deste ano, afirmava que a DDM seria prioridade em 2015. Mas, ela não saiu do papel.
A promotoria questiona ainda o aluguel do imóvel da 2° Seccional e reformas realizadas nele, por se tratar de um espaço particular, citando o governador do Estado, Geraldo Alckmin, numa afirmação de que tais situações tenham causado “prejuízo ao erário e atentado ao princípio de eficiência administrativa”.
Solicita-se ao delegado da 2° Seccional, Joel dos Santos, a planta do prédio e os gastos com ele. Também é solicitada vistoria da Vigilância Sanitária, já que o MP, afirma que encontrou entulhos e lixo no local. O MP pede providências do Secretário Estadual, Alexandre de Moraes.
Nós procuramos o Deinter-2, mas preferiam não se pronunciar já que não foram notificados oficialmente das acusações. A Secretaria de Segurança Pública não comentou as acusações em si, apresentado apenas dados criminais, que segundo a pasta apresentam queda nos oito primeiros meses deste ano. Também destacaram aumento das prisões em Campinas.
Nós não conseguimos um contato pessoal do ex delegado do Deinter-2, Licurgo Costa.