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Obra de pronto-socorro segue abandonada em Campinas

Desde 2009 a cena praticamente é a mesma no Jardim Carlos Lourenço, região sul de Campinas: o esqueleto do que era pra ser o pronto-socorro do bairro segue abandonado e

Obra de pronto-socorro segue abandonada em Campinas
Desde 2009 a cena praticamente é a mesma no Jardim Carlos Lourenço, região sul de Campinas: o esqueleto do que era pra ser o pronto-socorro do bairro segue abandonado e a degradação é mais evidente a cada ano. O relato é dos próprios moradores do entorno. Eles já se acostumaram, mas ainda temem o risco de […]

Desde 2009 a cena praticamente é a mesma no Jardim Carlos Lourenço, região sul de Campinas: o esqueleto do que era pra ser o pronto-socorro do bairro segue abandonado e a degradação é mais evidente a cada ano. O relato é dos próprios moradores do entorno. Eles já se acostumaram, mas ainda temem o risco de assaltos e estupros, já que o espaço segue aberto e pode servir de esconderijo, principalmente durante a noite. Aparecida Rodrigues usa todos os dias o ponto de ônibus em frente ao local e conta que só viu trabalhadores retirando o mato do terreno. Ela não acredita que as obras sejam retomadas este ano.

Mas o problema maior ainda é do lado de dentro. O lugar já foi cercado algumas vezes, mas os tapumes costumam ser removidos pouco depois, o que confirma o medo dos moradores e usuários de ônibus. O espaço tem vários cômodos inacabados, se tornou um labirinto e possui sinais de invasões frequentes. Há lixo, restos de alimentos e bebidas, peças de roupa espalhadas e até resquícios de fogueiras. Com isso, o pessimismo de Pedro Alves só aumenta, já que a construção começou em 2009 na gestão de Hélio de Oliveira Santos, mas caiu no pacote das denúncias que culminaram na cassação e ficou embargada:

Outra reclamação é sobre a estrutura de Saúde na região, já que o atendimento da população só pode ser feito no CS da Vila Orozimbo Maia, que costuma repassar casos graves para o Hospital Municipal Mário Gatti. Apesar de ser considerado novo pelos pacientes, o prédio do centro de saúde do bairro vizinho é considerado pequeno e costuma ter filas na sala de espera. Quem trabalha em frente, como Aparecido José, confirma. Consultada, a Prefeitura disse que equipes vão limitar o acesso e que a Guarda Municipal vai aumentar as rondas. Sobre a obra, não deu prazo para entrega, mas alegou que a adequação do projeto está em fase final.

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