A busca pela única delegacia da mulher de Campinas tem aumentado. Em 2013 foram 2.107 inquéritos. Em 2014, 2.663. Um aumento de quase 20%. Se compararmos o período de janeiro a agosto de 2013 com o de 2015, o crescimento também é registrado. Nesse ano, nos oito meses foram 1689 inquéritos instaurados. Quem busca atendimento no local reclama da distância. A descentralização é um pedido das mulheres que conversamos.
O fato é que a promessa de uma 2° DDM em Campinas não é de hoje. Em janeiro, o diretor do Deinter-2, Kleber Altale colocava como prioridade para 2015 a delegacia da mulher na 2° Seccional de Campinas.
Chegamos em outubro e na 2° Seccional, os espaços vagos do prédio passam por intervenções, conforme confirmado pela Polícia Civil em Campinas. Estivemos no local e verificamos pintura nas paredes. A explicação é que há um ajuste pontual na área do almoxarifado. Nada de DDM, portanto.
Além da questão estrutural, já que o prédio é alugado, o delegado Kleber Altale destacava a necessidade de contratação de profissionais.
Até o fechamento da reportagem a Secretaria de Segurança Pública não retornou a solicitação que fizemos sobre o número de contratações para a Polícia Civil em Campinas.
