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Dr. Hélio nega acusações sobre ilegalidade de convênio

O prefeito cassado de Campinas, Hélio de Oliveira Santos negou que houve ilegalidade em processos de licitações envolvendo o Instituto Cidad, que pretendia aprimorar a administração pública, durante seu governo.

Dr. Hélio nega acusações sobre ilegalidade de convênio
Dr. Hélio discursa em evento do PDT de Campinas (Foto: Reprodução/PDT Campinas)

O prefeito cassado de Campinas, Hélio de Oliveira Santos negou que houve ilegalidade em processos de licitações envolvendo o Instituto Cidad, que pretendia aprimorar a administração pública, durante seu governo. Ele foi acusado pelo Ministério Público de ter celebrado como convênio o que seria um contrato com o instituto mesmo depois de ter sido alertado pelo departamento jurídico do município. Com isso, o órgão foi contratado pela administração pública sem passar por um processo de licitação.

Hélio de Oliveira Santos, quando ainda era prefeito, no gabinete (Foto: Flávio Paradella)
Hélio de Oliveira Santos, quando ainda era prefeito, no gabinete (Foto: Flávio Paradella)

Além do ex-prefeito, os ex-secretários, Paulo Mallmann e Antônio Caria Neto já foram notificados da denúncia e apresentaram defesa. O prefeito cassado de Campinas, Hélio de Oliveira Santos, afirmou que assim que foi informado sobre o problema, cancelou o convênio, sem que houvesse prejuízos aos cofres públicos. Já o promotor do Gaeco, Rogério Sanches, acredita que Dr. Hélio teve responsabilidade no processo, já que tinha conhecimento da ilegalidade na celebração do convênio ao ser alertado pela própria assessoria jurídica.

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Se condenados, Hélio de Oliveira Santos e os ex-secretários poderão pegar pena de 3 a 5 anos de prisão e multa por crime de burlar a lei de licitações. O Ministério Público também aponta irregularidade nas obras do Hospital Ouro Verde, em Campinas. A empresa responsável pela construção foi a Schahin, que também é citada na Operação Lava Jato.

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