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Servidores de Americana entram em greve contra parcelamento dos salários

Os servidores públicos de Americana entraram em greve nesta sexta-feira devido ao parcelamento dos salários e à falta de previsão e garantias para o pagamento do décimo terceiro. A mobilização

Servidores de Americana entram em greve contra parcelamento dos salários
Os servidores públicos de Americana entraram em greve nesta sexta-feira devido ao parcelamento dos salários e à falta de previsão e garantias para o pagamento do décimo terceiro. A mobilização começou por volta das 10 horas, quando venceu o prazo legal de 72 horas do estado de greve e os funcionários começaram a se concentrar […]

Os servidores públicos de Americana entraram em greve nesta sexta-feira devido ao parcelamento dos salários e à falta de previsão e garantias para o pagamento do décimo terceiro. A mobilização começou por volta das 10 horas, quando venceu o prazo legal de 72 horas do estado de greve e os funcionários começaram a se concentrar em um local do sindicato.

Ao contrário das paralisações anteriores, os trabalhadores não se reuniram na Prefeitura da cidade, que funcionou normalmente durante a manhã, ao contrário de outros serviços. No Hospital Municipal Waldemar Tebaldi, familiares de pacientes foram informados sobre o início do movimento e relataram demora de até duas horas no atendimento. Shirley Ribeiro acompanhava a irmã na unidade e diz que entende o motivo da greve.

Segundo a Prefeitura, as unidades básicas da Praia Azul, Vila Dainese e Jaguari também foram atingidas pelo movimento, assim como a Unidade de Atendimento Domiciliar e o Núcleo de Especialidades. Na Educação, ainda de acordo com o Executivo, duas entre as dez unidades de Ensino Fundamental funcionaram de maneira parcial. No Ensino Infantil, a maior parte não abriria durante a tarde.

Os guardas municipais também aderiram à greve, o que também afetou parcialmente os serviços. Já a coleta de lixo e o Departamento de Água e Esgoto não foram afetados durante a manhã. Mesmo com a Prefeitura atribuindo os problemas à crise financeira nos caixas municipais, os servidores reclamam do parcelamento dos salários pelo sexto mês seguido e pedem garantias para o décimo terceiro. O Chefe do Executivo, Omar Najar, alega que pagou 7 dos 11 milhões de reais que representam a folha líquida, mas não tem previsão para o décimo terceiro.

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