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UPA do São José, em Campinas, suspende atendimento por falta de segurança

A Unidade de Pronto Atendimento do bairro São José, que ficou sem vigilantes com a suspensão do contrato da Gocil, foi alvo de vândalos na madrugada desta quinta-feira. A porta

UPA do São José, em Campinas, suspende atendimento por falta de segurança
A Unidade de Pronto Atendimento do bairro São José, que ficou sem vigilantes com a suspensão do contrato da Gocil, foi alvo de vândalos na madrugada desta quinta-feira. A porta de vidro na entrada principal foi depredada e os funcionários da UPA decidiram suspender os atendimentos, mantendo somente a urgência e emergência. O reflexo disso, foi o […]

A Unidade de Pronto Atendimento do bairro São José, que ficou sem vigilantes com a suspensão do contrato da Gocil, foi alvo de vândalos na madrugada desta quinta-feira. A porta de vidro na entrada principal foi depredada e os funcionários da UPA decidiram suspender os atendimentos, mantendo somente a urgência e emergência. O reflexo disso, foi o aumento da demanda no Centro de Saúde do bairro, que fica a dois quarteirões da UPA.

Quem buscou atendimento no CS, teve que ter paciência para conseguir o atendimento. O pedreiro José Antônio disse que demorou em conseguir a consulta e que os pacientes de outros bairros também estão procurando os serviços da unidade. Além do problema relacionado aos vigilantes da Gocil, a greve dos servidores também impacta no atendimento da saúde em Campinas. O motorista Anderson Alves Miranda disse que teve de sair do bairro Jardim Fernanda, onde, segundo ele, o atendimento foi interrompido.

 

Nesta quinta-feira, o sindicato dos servidores municipais esteve na UPA São José conversando com os profissionais do local. O diretor do sindicato, Afonso Basílio Júnior, disse que os médicos da unidade estão se sentindo ameaçados e por isso estão mantendo as portas fechadas, atendendo somente os casos mais urgentes. O prefeito Jonas Donizette voltou a criticar a decisão pelo rompimento unilateral do contrato tomada pela Gocil e acredita que a empresa se aproveita de um momento de crise para pressionar o poder público.

Na ausência dos vigilantes da Gocil, uma viatura da Guarda Municipal está fazendo o patrulhamento, tanto na UPA, quanto no Centro de Saúde do bairro São José.

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