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Confronto marca reintegração de posse em Eldorado dos Carajás, em Campinas

Um confronto com a Guarda Municipal de Campinas marcou a ação de reintegração de posse numa área pública no bairro Eldorado dos Carajás na manhã dessa sexta-feira. Os ocupantes da

Confronto marca reintegração de posse em Eldorado dos Carajás, em Campinas
Um confronto com a Guarda Municipal de Campinas marcou a ação de reintegração de posse numa área pública no bairro Eldorado dos Carajás na manhã dessa sexta-feira. Os ocupantes da área alegam terem sido surpreendidos na madrugada com máquinas derrubando os barracos de Madeirit, balas de borracha e bombas de efeito moral. Alguns mostraram ferimentos que […]

Um confronto com a Guarda Municipal de Campinas marcou a ação de reintegração de posse numa área pública no bairro Eldorado dos Carajás na manhã dessa sexta-feira. Os ocupantes da área alegam terem sido surpreendidos na madrugada com máquinas derrubando os barracos de Madeirit, balas de borracha e bombas de efeito moral.

Alguns mostraram ferimentos que afirmam terem sido feitos pelas balas de borracha. Os ocupantes fecharam ruas e avenidas no bairro e bloquearam uma faixa no sentido Viracopos, causando 5 km de lentidão na via. A área teria sido ocupada por 500 famílias, de acordo com a versão dos ocupantes, que alegam estarem desempregados, sem condições de pagar aluguel.

A Secretária de Habitação e Presidente da Cohab de Campinas, Ana Maria Amoroso, afirma que no local há um estudo para a implantação de um empreendimento de interesse social. Explica que para se conseguir a regularização de uma área á preciso fazer a remoção de ocupantes.

A secretária Ana Maria Amoroso explica que no dia em que a área começou a ser invadia na tarde do dia 4 de julho,  os líderes do movimento  foram orientados a entregarem uma lista com os nomes dos ocupantes da área, como forma de se definir o destino dessa pessoas.

Em nota, a secretaria de segurança pública de Campinas informou que não havia pessoas durante a operação de retirada dos barracos que ocorreu de forma ordeira.  No entanto, ao final desta etapa, algumas pessoas retornaram ao local e passaram a agredir os agentes da GM atirando paus e pedras, motivo pelo qual houve a necessidade do uso progressivo da força com a utilização de equipamentos de contenção (de baixa letalidade) para cessar os ataques.

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