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A maior parte das cidades da RMC precisa exportar o lixo por falta de aterros próprios

O prazo para os municípios brasileiros se adaptarem à Lei dos Resíduos sólidos foi até 2014. Na Região de Campinas, a extinção dos lixões, como determina a Legislação, já foi

A maior parte das cidades da RMC precisa exportar o lixo por falta de aterros próprios
O prazo para os municípios brasileiros se adaptarem à Lei dos Resíduos sólidos foi até 2014. Na Região de Campinas, a extinção dos lixões, como determina a Legislação, já foi realizada. No entanto, as cidades ainda dependem muito dos aterros sanitários. A preocupação com tema levou sete cidades da região de Campinas a formaram um […]

O prazo para os municípios brasileiros se adaptarem à Lei dos Resíduos sólidos foi até 2014. Na Região de Campinas, a extinção dos lixões, como determina a Legislação, já foi realizada. No entanto, as cidades ainda dependem muito dos aterros sanitários.

A preocupação com tema levou sete cidades da região de Campinas a formaram um consórcio para tratar do assunto de forma conjunta, Nova Odessa, Santa Bárbara D´Oeste, Sumaré, Monte Mor, Elias Fausto, Capivari e Hortolândia.

O Superintendente do Consórcio Consimares, Valdemir Aparecido Ravagnani, explica que dessas cidades, apenas Santa Bárbara possui aterro próprio. As demais exportam o lixo. Exportar o lixo para Paulínia é uma necessidade também da cidade Campinas, onde está em andamento um projeto de Parceria Público Privada para a construção de usinas de lixo.

De acordo com o Secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulela, a PPP do Lixo em Campinas é um negócio de R$ 800 milhões e prevê a construção de três usinas. O projeto técnico está pronto e até o fim de outubro será publicado o edital de licitação.

O rejeito dessas usinas, cuja previsão é de 20% de todo o lixo coletado, deverá ser exportado à Paulínia, enquanto a utilização do Aterro Delta A de Campinas, continuar indefinida.

O Delta A foi barrada pelo Ministério Público, que questiona os programas de recuperação de passivos ambientais deixados por dois aterros já desativados, apesar da autorização da Cetesb para sua reutilização.

 

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