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Abertura de empresas em Campinas reduz 33% em 2017

O balanço divulgado pela Associação Comercial e Industrial de Campinas apontou que a abertura de empresas na cidade sofreu redução de 33% em 2017, quando comparado ao ano anterior. O

Abertura de empresas em Campinas reduz 33% em 2017
O balanço divulgado pela Associação Comercial e Industrial de Campinas apontou que a abertura de empresas na cidade sofreu redução de 33% em 2017, quando comparado ao ano anterior. O índice negativo é reflexo da crise econômica, que foi responsável pelo encerramento maior das atividades no período analisado. Foram abertas em Campinas 10.614 empresas no ano passado […]

O balanço divulgado pela Associação Comercial e Industrial de Campinas apontou que a abertura de empresas na cidade sofreu redução de 33% em 2017, quando comparado ao ano anterior. O índice negativo é reflexo da crise econômica, que foi responsável pelo encerramento maior das atividades no período analisado. Foram abertas em Campinas 10.614 empresas no ano passado contra 15.910 em 2016.

Durante o período, também foram encerradas 3.865 empresas, o que representa um crescimento de 8,32% em relação aos 12 meses anteriores. Numa análise fria, o economista da ACIC, Laerte Martins, acredita que apesar do número de aberturas de empresas ser menor em 2017, o saldo ainda é positivo. Isso porque o ano passado foi um ano de muita dificuldade econômica e mesmo assim, novos negócios foram criados na cidade.

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As microempresas tiveram papel de destaque na variação do balanço apresentado pela ACIC. Foram quase 15 mil aberturas em 2016, contra pouco mais de 09 mil no ano passado, o que representou uma queda de 37,23%. Mas em 2017, as microempresas fecharam mais do que no período anterior, com um crescimento de 10%. E a perspectiva para quem atua nessa categoria não é dos melhores nesse começo de 2018.

Isso porque para permanecer no Simples Nacional em 2018, as Micro e Pequenas Empresas que possuem débitos tributários devem realizar o parcelamento, mesmo sem descontos de multas e juros, até 31 de janeiro. Aquelas que não regularizarem a situação dentro do prazo e forem excluídas do regime tributário, não conseguirão solicitar nova adesão até 2019. Segundo o Presidente do Sescon Campinas, Edison Ferreira Rodrigues, o Refis, que concedia o abatimento de grande parte de multas e juros foi vetado pelo Governo Federal, mas o empresários ainda têm saída. Ele explica que o parcelamento dos débitos pode ser feitos até o dia 31 deste mês. No Brasil, são cerca de 500 mil empresas que correm o risco de deixar o Simples Nacional e, até mesmo, de encerrar as atividades.

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