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Presidente do Boldrini e Ministro da Saúde trocam farpas diante da falta de remédio contra câncer

A polêmica discutida por Silvia Brandalise e o Ministro Ricardo Barros começou em meados do ano passado, com a falta de medicamentos quimioterápicos no Brasil, especificamente do “asparaginase”, usado em

Presidente do Boldrini e Ministro da Saúde trocam farpas diante da falta de remédio contra câncer
A polêmica discutida por Silvia Brandalise e o Ministro Ricardo Barros começou em meados do ano passado, com a falta de medicamentos quimioterápicos no Brasil, especificamente do “asparaginase”, usado em pacientes com leucemia. Foi neste início de 2018 que os dois se posicionaram conforme mostrado reportagem. - CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - De um lado, […]

A polêmica discutida por Silvia Brandalise e o Ministro Ricardo Barros começou em meados do ano passado, com a falta de medicamentos quimioterápicos no Brasil, especificamente do “asparaginase”, usado em pacientes com leucemia.

Foi neste início de 2018 que os dois se posicionaram conforme mostrado reportagem.

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De um lado, Brandalise criticando o Ministério da Saúde e defendendo a compra da “asparaginase” de um laboratório alemão. A justificativa é que esse seria seguro e eficaz.

De outro, Barros que assegura a qualidade do remédio comprado pelo governo federal em 2017. Ele foi importado da China.

No final do ano passado, um novo pregão para compra do “asparaginase” foi aberto e novamente uma empresa chinesa foi vencedora.

O Ministério da Saúde tem como responsabilidade repassar dinheiro para tratamento do câncer aos hospitais e não de comprar os medicamentos. Só em casos excepcionais, como este, faz a compra diante do risco de desabastecimento.

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De qualquer forma, o ministro explicou que os hospitais continuavam recebendo a verba para tratar os pacientes, sem alteração no valor, podendo comprar o medicamento que quisessem.

A partir desse momento, no entanto, a unidade que ficar com remédio importado pelo governo terá o valor dele descontado. Se não quiser, mantém a verba do tratamento e os gestores podem fazer a compra independente.

Essa é a postura que está sendo adotada pelo Boldrini, mas ela vem com criticas – muitas burocracias para essa importação.

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