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Jonas diz que Prefeitura monitora ocupações de Campinas

Após o incêndio e o desabamento de um prédio ocupado na Capital Paulista, o prefeito de Campinas, Jonas Donizette, do PSB, assegura que os imóveis em condições semelhantes na cidade

Jonas diz que Prefeitura monitora ocupações de Campinas
Após o incêndio e o desabamento de um prédio ocupado na Capital Paulista, o prefeito de Campinas, Jonas Donizette, do PSB, assegura que os imóveis em condições semelhantes na cidade são monitorados e não apresentam riscos. Atualmente, a Prefeitura contabiliza três locais invadidos por pessoas de baixa renda: o Hotel São Francisco, no centro, que […]

Após o incêndio e o desabamento de um prédio ocupado na Capital Paulista, o prefeito de Campinas, Jonas Donizette, do PSB, assegura que os imóveis em condições semelhantes na cidade são monitorados e não apresentam riscos.

Atualmente, a Prefeitura contabiliza três locais invadidos por pessoas de baixa renda: o Hotel São Francisco, no centro, que abriga 56 famílias, dois prédios no Jardim Itaiu, com 120 famílias, e no bairro Nossa Senhora Auxiliadora, com 50.

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Todas as construções são de propriedade privada, diferente do edifício de São Paulo, que pertencia a União. Enquanto pedidos de reintegração estão em curso, Jonas afirma que os órgãos municipais fazem o acompanhamento da situação.

Apesar de afirmar que o monitoramento feito pela Companhia de Habitação Popular não percebeu qualquer problema iminente nesses espaços, o Chefe do Executivo defende que o ideal seria que essas ocupações não ocorressem.

Questionado sobre a situação das famílias, no entanto, o prefeito reafirma que a Pasta de Habitação e a Cohab acompanham cada caso, mas alega que as medidas do Executivo dependem do avanço ou não dos pedidos de reintegração.

Jonas ainda fez uma comparação e afirma que a situação no município é bem menos crítica que a da Capital, que possui ocupações em dezenas de imóveis abandonados ou inacabados espalhados pela cidade. Muitos deles, públicos.

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No caso de Campinas, no entanto, ressalta que as áreas deste tipo já possuem encaminhamento ou contam com destinação assegurada. Como exemplo, cita um prédio que foi concedido à Prefeitura para abrigar a Policlínica II, no centro.

Outro terreno que deve ser cedido ao município é uma área de 18 mil metros quadrados que pertence a União. No local, a objetivo é construir o Mercado Popular da cidade para abrigar os comerciantes do chamado Camelódromo.

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