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Mulher fica sem votar por falta de acessibilidade em colégio eleitoral de Americana

Por falta de acessibilidade, uma eleitora aposentada ficou sem votar para as eleições presidenciais neste domingo, em Americana. Magali Terezinha Sferra Buzzo, de 69 anos, fraturou o músculo da perna

Mulher fica sem votar por falta de acessibilidade em colégio eleitoral de Americana
Por falta de acessibilidade, uma eleitora aposentada ficou sem votar para as eleições presidenciais neste domingo, em Americana. Magali Terezinha Sferra Buzzo, de 69 anos, fraturou o músculo da perna e poderia ter o tratamento estragado caso subisse as escadas até a seção dela, que mudou de lugar, e até as últimas eleições ficava no […]

Por falta de acessibilidade, uma eleitora aposentada ficou sem votar para as eleições presidenciais neste domingo, em Americana. Magali Terezinha Sferra Buzzo, de 69 anos, fraturou o músculo da perna e poderia ter o tratamento estragado caso subisse as escadas até a seção dela, que mudou de lugar, e até as últimas eleições ficava no andar térreo da escola.

A eleitora ficou surpresa ao chegar no local e ver que a seção mudou de lugar, e que seria necessário subir três lances de escada para poder exercer o direito. Mesmo aguardando por uma solução, não foi oferecida outra alternativa, a não ser justificar o voto e transferir o título para uma escola que ofereça elevador.

Segundo a Justiça Eleitoral, a mudança de sala foi feita pela própria escola, e todos os locais de votação devem oferecer seção especial para pessoas com restrição de mobilidade.

Como Magali não tinha feito inscrição para votar em seção especial, não foi possível que ela votasse. Os eleitores têm até 150 dias antes da votação para fazer o requerimento de um local com acessibilidade.

Quem não votou neste domingo, tem até 60 dias para justificar a ausência.

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