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Jonas classifica como ataque político ações da oposição na Câmara

Na semana em que uma Comissão Processante foi aprovada pelos vereadores de Campinas para investigar o possível envolvimento do prefeito Jonas Donizette (PSB) nos desvios de verbas da saúde do

Jonas classifica como ataque político ações da oposição na Câmara
Prefeito Jonas Donizette (Fotos: Divulgação/Toninho Oliveira-Prefeitura de Campinas)

Na semana em que uma Comissão Processante foi aprovada pelos vereadores de Campinas para investigar o possível envolvimento do prefeito Jonas Donizette (PSB) nos desvios de verbas da saúde do Hospital Ouro Verde, as atenções e discursos dos legisladores estiveram voltados aos próximos passos do MP bem como do próprio comportamento do Legislativo.

Além da CP aprovada, uma outra denúncia, dessa vez do MPF (Ministério Público Federal) mirou diretamente o prefeito de Campinas. Além dele, o ex-prefeito, Pedro Serafim (PRB), e servidores municipais também foram denunciados.

Jonas é acusado de dispensa indevida de licitação de produtos voltados à merenda escolar e desvio de verbas em proveito de terceiros. De acordo com a denúncia, em dois contratos de cerca de R$ 3,7 mi para fornecimento de suco de laranja, houve desvios de R$ 1,2 milhão.

Com munição reforçada, vereadores tentaram emplacar uma Comissão Processante e uma CPI contra o prefeito no caso da merenda escolar.

Jonas classificou as ações no legislativo como ataque político e tentativa de desestabilizar a administração.

Questionado a respeito das delações no caso Ouro Verde e os depoimentos que estão sendo feitos ao Ministério Público na primeira semana após a deflagração da 3º fase, o prefeito não respondeu as questões da imprensa afirmando já ter dito tudo o que precisava falar

Segundo Jonas Donizette, há quem se interesse em tumultuar o governo mas sua intenção é deixar um legado ao município.

Com relação às comissões da Merenda Escolar, a CP protocolada pelo vereador Tenente Santini ainda depende de análise da Procuradoria da Casa, que deve dar um parecer até a segunda-feira, uma vez que já há uma outra Comissão Processante instaurada.

Já no caso da CPI proposta pelo vereador Nelson Hossri (Podemos), o requerimento não foi protocolado. Após ele ter 13 assinaturas necessárias, quatro vereadores da base pediram a retirada, o que inviabilizou a protocolização do documento.

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