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Secretário vê excesso em prisão de Silvio Bernardin

Para o responsável pela Pasta de Relações Institucionais de Campinas, Wanderley de Almeida, a prisão do ex-secretário de Assuntos Jurídicos, Silvio Bernardin, durante a terceira fase da Operação Ouro Verde

Secretário vê excesso em prisão de Silvio Bernardin
Para o responsável pela Pasta de Relações Institucionais de Campinas, Wanderley de Almeida, a prisão do ex-secretário de Assuntos Jurídicos, Silvio Bernardin, durante a terceira fase da Operação Ouro Verde foi excessiva. Na opinião do membro do primeiro escalão do governo de Jonas Donizette, do PSB, não existe fato concreto que justifique a medida do […]

Para o responsável pela Pasta de Relações Institucionais de Campinas, Wanderley de Almeida, a prisão do ex-secretário de Assuntos Jurídicos, Silvio Bernardin, durante a terceira fase da Operação Ouro Verde foi excessiva.

Na opinião do membro do primeiro escalão do governo de Jonas Donizette, do PSB, não existe fato concreto que justifique a medida do Ministério Público. Ele também relaciona o pedido ao que define como momento “policialesco”.

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Além de alegar que os acusados, principalmente os agentes públicos, geralmente não tem chances de se explicar, defende que nenhuma gravação telefônica flagrou Bernardin fazendo exigências para a contratação de empresas.

Almeida diz acreditar que o ex-secretário investigado se manifestou publicamente poucas vezes sobre as suspeitas envolvendo o próprio nome porque tinha dificuldade em entender a apuração do MP de forma completa.

Questionado se a exoneração de Bernardin teria demorado a acontecer, já que ele havia sido citado na delação de três réus ligados a Vitale em agosto, justifica que o ex-secretário de Assuntos Jurídicos foi afastado para se dedicar à defesa.

O secretário também defende o prefeito Jonas Donizette, investigado pela Procuradoria Geral de Justiça por ter foro privilegiado, e afirma que todo o relatório que justifica a nova fase da Ouro Verde será lido pela Administração.

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Ele também respondeu que a participação direta de Bernardin nas tratativas com fornecedores era normal e diz que é comum a visita frequente de representantes de empresas prestadores de serviços no Palácio dos Jequitibás.

Já sobre os pedidos de vereadores independentes e opositores para uma CPI que apuraria o escândalo, o responsável pelas Relações Institucionais do Executivo crê que isso não foi feito antes porque o MP já conduzia uma apuração.

Por fim, Wanderley de Almeida reconhece que a realização de mais uma fase da operação sobre os desvios de dinheiro público do Hospital Ouro Verde prejudica a imagem do município e por isso vê a possibilidade de prejuízos econômicos.

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