CBN Campinas 99,1 FM
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Compartilhe

Pacientes enfrentam filas, burocracia e falta de medicamentos na Farmácia de Alto Custo de Campinas

Quem depende da Farmácia de Alto Custo de Campinas tem sofrido com constantes problemas, que vão desde a falta de medicamentos e burocracia, até imensas filas e demora no atendimento.

Pacientes enfrentam filas, burocracia e falta de medicamentos na Farmácia de Alto Custo de Campinas
Foto: Valéria Hein

Quem depende da Farmácia de Alto Custo de Campinas tem sofrido com constantes problemas, que vão desde a falta de medicamentos e burocracia, até imensas filas e demora no atendimento. Carlos Augusto Santos utiliza o Fumarato de Tenofovir, medicamento para tratar hepatite B crônica, adquiria quando bebê, e que está em falta na Farmácia de Alto Custo.

Ele conta que a falta do remédio pode causar danos irreversíveis e não há previsão para o retorno do fornecimento. Aparecido De Grande também saiu da Farmácia sem atendimento. Stael Ferreira lembra também das imensas filas. Ela conta já ter esperado até 5 horas por atendimento na unidade.

Sônia Diniz conta que após ficar sem medicamento por dois meses, o fornecimento foi restabelecido, mas atrásra não consegue pegar o remédio por causa da burocracia. A Farmácia de Alto Custo de Campinas esclareceu que o tempo médio de atendimento nesta quarta-feira foi de 35 minutos e que há agendamento prévio para agilizar o atendimento e o respeito e conforto dos usuários.

Com relação aos medicamentos citados, a compra e distribuição do do Tenofovir e Entecavir aos estados é de responsabilidade do Ministério da Saúde. No ano passado, houve atraso por parte do órgão federal na entrega dos itens, cujo prazo era 20 de dezembro.

O Tenofovir foi entregue em meados de janeiro e já está disponível na farmácia. O Entecavir foi entregue nesta semana e está sendo redistribuído nas regiões. A Farmácia de Alto Custo informou que entrará em contato com os pacientes para agendamento da entrega e que não foram encontradas solicitações em nome dos pacientes “Aparecido de Grande” e “Carlos Augusto Santos”, que aparecem na reportagem.

Conteúdos