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Brasil é o terceiro país mais complexo para se fazer negócios. Consultor da ONU comenta.

Pesquisa mundial realizada por uma consultoria aponta o Brasil como o terceiro país mais complexo para se fazer negócios. O levantamento coletou informações em 76 países para estabelecer o ranking.

Brasil é o terceiro país mais complexo para se fazer negócios. Consultor da ONU comenta.
Pesquisa mundial realizada por uma consultoria aponta o Brasil como o terceiro país mais complexo para se fazer negócios. O levantamento coletou informações em 76 países para estabelecer o ranking. O consultor de empresas e assessor da Organização das Nações Unidas (ONU) para empreendedorismo e desenvolvimento socioeconômico, Roberto Gândara, discorda da posição do Brasil no […]

Pesquisa mundial realizada por uma consultoria aponta o Brasil como o terceiro país mais complexo para se fazer negócios. O levantamento coletou informações em 76 países para estabelecer o ranking.

O consultor de empresas e assessor da Organização das Nações Unidas (ONU) para empreendedorismo e desenvolvimento socioeconômico, Roberto Gândara, discorda da posição do Brasil no ranking, justificando que existem muitos países com uma situação de ambiente de negócios pior. “Existem muitos países mais complexos e desafiadores para se fazer negócios do que o Brasil, especialmente no continente Africano e na América do Sul”, afirma ele, colocando o Brasil à frente de muitos deles.

“O Brasil é muito melhor quando se leva em consideração aspectos como negócios, complexidade jurídica, legislação, corrupção e ambiente de se fazer negócios”, acredita.

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De acordo com Gândara, estamos melhorando muito nos últimos anos, em especial quando se trata do ambiente de startups. “Está havendo muita efervescência nesta área, muitas coisas boas sendo feitas e interessantes e com bastante flexibilidade.”

No entanto, Gândara admite que em áreas da economia mais tradicionais, a velocidade das mudanças ainda precisa percorrer um longo. “Este setor ainda está sofrendo muito e precisa se reinventar. Precisa fazer pressão nos governos Federal, Estadual e Municipal para reduzir a complexidade de normas, regulamentos e taxações”, alerta. “É urgente a questão da reforma fiscal. Hoje se paga muitos impostos. Fazendo a reforma hoje, as empresas começam a investir já, reaquecendo a economia”, completa.


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