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Arroz e feijão puxam variação de preços

Base da alimentação nacional, o arroz e o feijão registraram alta variação de preços durante a pandemia e puxam a lista de itens com maior volatilidade. O valor do feijão

Arroz e feijão puxam variação de preços
Base da alimentação nacional, o arroz e o feijão registraram alta variação de preços durante a pandemia e puxam a lista de itens com maior volatilidade. O valor do feijão saltou 18,61% na região sudeste, seguido pela nordeste, com 18,42%, sul e centro-oeste, 9,90% e 8,90%, respectivamente, e a norte, 11,79%. - CONTINUA DEPOIS DA […]

Base da alimentação nacional, o arroz e o feijão registraram alta variação de preços durante a pandemia e puxam a lista de itens com maior volatilidade.

O valor do feijão saltou 18,61% na região sudeste, seguido pela nordeste, com 18,42%, sul e centro-oeste, 9,90% e 8,90%, respectivamente, e a norte, 11,79%.

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Já o arroz subiu 8,52% no sul, seguido pelo nordeste, com 7,04%, o sudeste, com 4,55% e o centro-oeste, 0,56%. A região norte teve queda de 3,07%.

O levantamento foi feito pela Infoprice e leva em conta também leite, massas, enlatados, carnes bovinas e ainda produtos de limpeza, como o álcool em gel.

O CEO da empresa de tecnologia e inteligência de negócios, Paulo Garcia, explica que foram analisadas 469 lojas físicas entre 10 de fevereiro e 4 de maio.

Segundo ele, a variação de dois dos itens mais tradicionais do prato do brasileiro se explica por fatores climáticos, mas também pela mudança de hábito no surto.

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“O preço foi inicialmente repassado pelos produtores aos varejistas e tivemos excesso de chuva em Minas Gerais e geada em Santa Catarina. Soma-se nisso as pessoas estocando mais e ficando mais em casa e temos a alta dos preços”, diz.

Em Campinas, a volatilidade foi tamanha que um supermercado do bairro Mansões Santo Antônio colocou dois avisos nas gôndolas dos produtos.

Na de feijão, afirmou que o aumento de 12% se deu exclusivamente ao custo passado por produtores e fabricantes. Na de arroz, estipulou o índice de 5%.

Na cidade, os consumidores confirmam a subida dos valores. Foi o caso de Rodrigo de Souza, que sentiu no bolso a diferença nos produtos de limpeza.

“Encontrei bastante alteração entre os produtos de limpeza e o preço subiu bastante devido a pandemia, mas a gente continuou comprando normalmente sem precisar estocar porque mantivemos nossos salários e trabalhos”, relata.

Conforme a Infoprice, os itens usados para higiene das casas variou 4,24% na região norte e 4,15% na nordeste.

Em seguida aparecem a sul, 1,98%, sudeste, 1,88%, e centro-oeste, 1,47%. A lista pode ser conferida em www.infoprice.co.

 

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