A prefeitura de Campinas criou o Plano Municipal de Rotas Acessíveis.
A proposta estava prevista no Plano Diretor, que é o conjunto de normas que regulam como os bairros podem se estruturar e outras medidas.
A ideia é mapear os pontos em que pessoas com deficiência podem se locomover sem problemas, e estruturar essas regiões para que os itens de acessibilidade sejam instalados de forma correta.
Representantes de todas as secretarias municipais fazem parte de um comitê que avaliou, nas últimas semanas, os principais pontos de interesse de Campinas, desde escolas, postos de saúde e agências bancárias.
São locais que já tem algum tipo de acessibilidade e outros que precisam ser eventualmente reformados ou construídos.
É considerada “rota acessível” aquele caminho de trajeto contínuo, desobstruído e sinalizado, que conecta os ambientes externos e internos, e que pode ser utilizado de forma autônoma e segura por todas as pessoas;
Neste primeiro momento, as ações para requalificação vão acontecer na região central de Campinas.
Não apenas pelo projeto “Nosso Centro”, mas também por ter sido a região que concentra o maior fluxo de pessoas com alguma deficiência e onde há mais equipamentos públicos ou privados utilizados por essa população.