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Acusados pela morte de motorista por aplicativo em Campinas, são presos preventivamente 

Quatro acusados pela morte de um motorista de aplicativo em Campinas, em 2020, foram presos preventivamente, nesta segunda-feira, após audiência. Os réus respondem por homicídio com três qualificadoras: destruição de
Acusados pela morte de motorista por aplicativo em Campinas, são presos preventivamente 
Foto: Arquivo/CBN Campinas

Quatro acusados pela morte de um motorista de aplicativo em Campinas, em 2020, foram presos preventivamente, nesta segunda-feira, após audiência. Os réus respondem por homicídio com três qualificadoras: destruição de cadáver, furto e extorsão.

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Mesmo com parecer favorável do Ministério Público, o pedido inicialmente apresentado pela autoridade policial para a prisão dos acusados foi negado na época do crime.

Agora, a Promotoria de Justiça do MP convenceu o Judiciário da necessidade da prisão preventiva, considerando a periculosidade deles, e não apenas a culpabilidade. 

O caso aconteceu no final de junho de 2020. Um casal chegou a ser preso dias depois, no bairro São Judas Tadeu, onde havia uma denúncia de receptação de maquinário roubado. Durante o interrogatório, eles confessaram o crime. 

Segundo a Polícia Militar, o crime teria acontecido após uma discussão durante uma corrida.

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À época, o homem preso apontou o local onde havia deixado o corpo do motorista, que foi encontrado carbonizado. Já o carro estava em uma estrada no bairro Jardim Novo Sol, próximo ao Cemitério Parque das Flores. 

A versão apresentada pela dupla é de que o motorista prestava serviços particulares para o casal. No dia 29 de junho, o motorista supostamente levou a mulher para retirar dinheiro no Centro de Campinas e enquanto ele aguardava, a suspeita teria se desentendido com outra pessoa. A vítima teria então descido do carro e interferido na discussão.

A mulher disse em depoimento que foi agredida por ele e que, ao chegar em casa, contou ao marido. O homem então rendeu o motorista e o matou em um terreno no Jardim Bandeirantes. 

À época, o caso foi registrado como homicídio e ocultação de cadáver na 2ª Delegacia Seccional.

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