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Morre homem que estava internado em Campinas após explosão em Cabreúva

Morreu a quinta vítima da explosão na metalúrgica Tex Tarugos, em Cabreúva, no acidente que aconteceu no dia 1º de setembro. Joselito dos Santos de Jesus era natural de Cristinápolis,

Morre homem que estava internado em Campinas após explosão em Cabreúva
Foto: Prefeitura de Cabreúva/ Divulgação

Morreu a quinta vítima da explosão na metalúrgica Tex Tarugos, em Cabreúva, no acidente que aconteceu no dia 1º de setembro.

Joselito dos Santos de Jesus era natural de Cristinápolis, no Sergipe.

A morte foi confirmada pelo Hospital Irmãos Penteado, em Campinas, onde ele estava internado.

A explosão deixou outros quatro mortos e pelo menos 30 feridos. Além de Joselito, o acidente matou Weverton Oliveira da Silva, de 42 anos; Fernando Nascimento dos Santos, de 25 anos; Azarias Barbosa do Nascimento, de 46 anos; e Erick Mendes de Souza, de 21 anos.

A Tex Tarugos informou que aproximadamente 40 funcionários trabalhavam na metalúrgica no momento da explosão e que todos eram maiores de idade.

Além disso, disse que o local tinha um programa de segurança de trabalho, que os empregados usavam Equipamentos de Proteção Individual e que está apoiando as famílias das vítimas e fazendo a rescisão contratual das pessoas que morreram na tragédia.

No dia 21 de setembro, dois donos e funcionários prestaram depoimento à Polícia Civil e disseram que não houve mudanças no sal usado na fundição do alumínio na empresa.

Entre os funcionários que foram ouvidos está um representante da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e forneiros que não estavam de plantão no dia do incidente.

Os funcionários afirmaram que sempre usaram sal de cozinha no processo de fundição e que o forno que explodiu era à lenha.

Ainda durante o depoimento, os funcionários disseram que o abastecimento à gás foi desativado há algum tempo e que havia um tanque de gás industrial a cerca de 50 metros da empresa, que está vazio. Ainda não se sabe se houve ou não um vazamento.

Para o delegado, os depoimentos ajudam na investigação, mas não esclarecem o motivo da explosão. A polícia ainda aguarda laudos da perícia, que não têm previsão de serem finalizados, já que a Polícia Científica vem aprofundando o grau da perícia com novas visitas à empresa.

A Polícia Civil informou que não há uma lista precisa do número de pessoas que estavam na metalúrgica no momento da explosão.

O técnico de segurança do trabalho e o engenheiro da empresa já foram ouvidos. A polícia ainda aguarda os laudos da perícia.

O técnico e o engenheiro de segurança do trabalho da metalúrgica se desligaram da empresa no dia anterior ao acidente.

A informação é do Ministério do Trabalho e Emprego e foi divulgada após uma audiência com representantes da metalúrgica.

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