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Um ano depois, réus do caso da morte de ganhador da Mega Sena não foram julgados

Os cinco réus que respondem pelo assassinato de Jonas Lucas Alves Dias, ganhador de R$ 47,1 milhões na Mega-Sena, ainda aguardam julgamento. O crime, que aconteceu em Hortolândia, completa um

Um ano depois, réus do caso da morte de ganhador da Mega Sena não foram julgados
Foto: Redes sociais

Os cinco réus que respondem pelo assassinato de Jonas Lucas Alves Dias, ganhador de R$ 47,1 milhões na Mega-Sena, ainda aguardam julgamento.

O crime, que aconteceu em Hortolândia, completa um ano nesta quinta-feira.

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O Tribunal de Justiça de São Paulo afirmou que o processo segue em fase de diligências. Quando esta etapa terminar, as partes poderão apresentar as alegações finais e, na sequência, será dada a sentença.

Na última audiência realizada, os cinco acusados negaram envolvimento no caso. Todos respondem por associação criminosa e extorsão mediante sequestro seguida de morte — que tem a pena mínima de prisão mais elevada em todo o Código Penal.

Em fevereiro deste ano, a Justiça negou um pedido de habeas corpus e manteve os cinco réus presos preventivamente.

Relembrando, foram presos e são considerados réus Rebeca Messias Pereira Batista, que forneceu os documentos para abertura de uma conta bancária para onde foi transferido dinheiro retirado do milionário da Mega-Sena.

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Roberto Jeferson da Silva, o Gordo, foi responsável por abrir a conta com os dados de Rebeca, inclusive deu o endereço pessoal para abertura da conta. Também fez o saque de parte do dinheiro depositado na conta.

Rogério de Almeida Spínola é apontado como comparsa de Gordo, sempre visto junto com ele companhia nos vídeos obtidos pelo Polícia Civil.

Marcos Vinicyus Sales de Oliveira teria dado o sinal inicial para que o crime pudesse acontecer, após a abertura da conta. De acordo com o inquérito, ele seria o motorista da caminhonete S-10 vista no local onde o milionário foi sequestrado. Ele nega que tenha sequestrado a vítima, mas confirma que, de posse do cartão e senha, foi até o banco habilitar o aplicativo em um celular, onde fez as transferências via PIX.

E Marcos Vinicius Ferreira, dono do Ford Fiesta preto que teria sido usado para sequestrar Jonas Lucas. Segundo a Polícia Civil, ele seria o responsável por manter o milionário sob ameaça, possivelmente com auxílio do revólver apreendido com ele. O suspeito nega e diz que emprestou o carro para Vini.

Jonas Lucas saiu de casa na manhã de 13 de setembro de 2022, no Jardim Rosolém, em Hortolândia, para caminhar, como sempre fazia, levando carteira e documentos.

No percurso, o milionário foi sequestrado por criminosos que o mantiveram sob ameaça por cerca de 20 horas.

No dia seguinte, a vítima foi encontrada às margens da Rodovia dos Bandeirantes com sinais de espancamento e socorrida ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.

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