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Justiça condena acusado de atropelar e matar jovens durante briga de trânsito em Piracicaba

A Justiça condenou a 24 anos de prisão, em regime fechado, Rosivaldo Felipe Campos, acusado de perseguir, atropelar e matar dois primos de 17 e 19 anos, em Piracicaba. O caso

Justiça condena acusado de atropelar e matar jovens durante briga de trânsito em Piracicaba
Foto: Reprodução/ EPTV

A Justiça condenou a 24 anos de prisão, em regime fechado, Rosivaldo Felipe Campos, acusado de perseguir, atropelar e matar dois primos de 17 e 19 anos, em Piracicaba. O caso aconteceu na madrugada de Natal, 25 de dezembro de 2022. Segundo a acusação, o crime foi motivado por conta de uma discussão de trânsito. O réu está preso.

Segundo o promotor Aluísio Antonio Maciel Neto, autor da denúncia, o réu foi condenado conforme o pedido do Ministério Público. Ele também informou que vai recorrer para pedir aumento da pena.

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Ainda de acordo com denúncia do Ministério Público do Estado de São Paulo, Rosivaldo dirigia um carro e bateu na traseira da moto que estava com Marcelo Alves Machado Júnior, então com 17 anos e, Gabriel Alves Paixão, que tinha 19. O motorista prensou os dois no muro de uma casa, na esquina da Rua Professor Corte Brilho com a Rua Suzano, no bairro Itapuã.

O motorista do carro chegou a ser agredido por testemunhas após atingir as vítimas e fugiu do local, mas foi preso depois. Uma mulher que também estaria no carro fugiu.

A moto era do pai de uma das vítimas, que informou à polícia que a família estava em uma confraternização antes do acidente. O homem disse que os dois decidiram dar uma volta de moto e cerca de 20 minutos depois ficou sabendo que eles tinham se envolvido em um acidente.

Rosivaldo foi denunciado por homicídio doloso, quanto há intenção de matar, contra as vítimas.

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O MP-SP elenca a existência de três qualificadoras, que são circunstâncias que podem elevar a pena imposta pela Justiça: a primeira é motivo fútil, devido a um pequeno acidente de trânsito; a segunda é crime cometido por meio cruel, pela forma como o réu prensou as vítimas contra o muro; e a terceira, uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas.

Advogado nomeado para representar Rosivaldo, Roberto Simões Prestes afirmou ao Grupo EP que vai recorrer e apresentar uma nova tese.

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