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Capivaras do Lago do Café são esterilizadas; projeto começou há quase 1 ano no Taquaral 

Quase um ano depois do início do projeto, a prefeitura de Campinas iniciou uma nova etapa no combate à febre maculosa com o controle reprodutivo das capivaras que ficam no

Capivaras do Lago do Café são esterilizadas; projeto começou há quase 1 ano no Taquaral 
Foto: Pixabay

Quase um ano depois do início do projeto, a prefeitura de Campinas iniciou uma nova etapa no combate à febre maculosa com o controle reprodutivo das capivaras que ficam no Lago do Café.  

Na noite desta terça-feira, 14 animais passaram por cirurgia como parte do manejo que busca reduzir a população do grupo — estimado em cerca de 45 capivaras — e, assim, diminuir o risco de transmissão da doença. 

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A ação começou no dia 2 de junho, com alimentação controlada para facilitar a captura dos animais. Após a cirurgia, os bichos são soltos novamente no lago.  

O trabalho segue em andamento e a previsão de término depende de fatores como o clima e a presença de pessoas no local. 

A febre maculosa é transmitida pela picada do carrapato-estrela contaminado por uma bactéria, e as capivaras são um dos hospedeiros do parasita. Este ano duas mortes foram confirmadas em Campinas pela doença. 

Por isso, o controle da população desses animais é uma das estratégias adotadas pela cidade.  

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Esse mesmo tipo de manejo foi feito na Lagoa do Taquaral no segundo semestre de 2024, onde quase 200 capivaras foram esterilizadas.  

Depois do Lago do Café, a prefeitura pretende expandir o programa para outros parques da cidade, como o Parque das Águas, Parque Ecológico, Hermógenes de Freitas Leitão, Linear Capivari e Ribeirão das Pedras. 

A ação é coordenada pela Secretaria do Clima, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, com autorização da Secretaria Estadual de Meio Ambiente. 

Além do manejo, a cidade realiza ações educativas, capacitações para profissionais da saúde e segurança do trabalho, e mantém canais oficiais com informações e alertas sobre a doença. 

Campinas também tem uma lei municipal que obriga a divulgação do risco da febre maculosa em eventos realizados em áreas com presença de carrapatos. 

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