CBN Campinas 99,1 FM
- CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE -
Compartilhe

Pacientes reclamam de longa espera por atendimento no Hospital Mário Gatti

Pacientes que procuraram atendimento no Pronto-Socorro do Hospital Municipal Mário Gatti, em Campinas, nesta quarta-feira (5), reclamam da demora excessiva para serem atendidos, mesmo após passarem pela triagem. Wagner Cardoso

Pacientes reclamam de longa espera por atendimento no Hospital Mário Gatti
foto: Arquivo CBN Campinas

Pacientes que procuraram atendimento no Pronto-Socorro do Hospital Municipal Mário Gatti, em Campinas, nesta quarta-feira (5), reclamam da demora excessiva para serem atendidos, mesmo após passarem pela triagem.

Wagner Cardoso chegou ao hospital por volta das 7h da manhã e foi classificado com a cor azul, que indica caso não urgente. No entanto, até às 17h20 ele ainda aguardava atendimento.

- CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE -

Situação parecida viveu Robson Maximiniano, que chegou ao hospital por volta das 7h30. Ele passou pela triagem às 8h, também com classificação azul, e até o final da tarde seguia sem atendimento médico.

Mesmo pacientes com classificação mais grave enfrentaram demora. Marcos Dias chegou às 14h com a mãe, Alice Costa, de 80 anos, que recebeu a cor amarela — considerada urgente. Às 17h20, ela ainda não tinha sido chamada.

A classificação de risco usada na Rede Mário Gatti divide os pacientes por cor, de acordo com a gravidade do caso. Os casos considerados de emergência, com risco de morte, recebem a cor vermelha. Casos muito urgentes são laranja, urgentes são amarelos, e os menos graves, verde e azul. Pacientes classificados como azul, por exemplo, têm espera mínima prevista de 4 horas e, se possível, devem buscar unidades de saúde mais próximas de casa.

Apesar dessa previsão, pacientes relataram tempo de espera muito superior.

- CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE -

NOTA DA PREFEITURA:

Em nota a Rede Mário Gatti informou que o acolhimento e assistência em estão garantidos para todos os pacientes que procuram o Hospital, e que os dois casos mencionados tiveram classificação azul para atendimento, onde a espera é estimada em pelo menos quatro horas por não ser considerado urgência e que são demandas que poderiam ser recebidas pelo centro de saúde (CS) mais próximo da residência do paciente. Já um terceiro teve classificação amarela, portanto, considerado moderado e sem risco imediato pela equipe de triagem da unidade.

A entidade ainda disse que é preciso considerar que este período do ano é marcado pelo aumento da demanda sazonal de casos de síndrome gripal. Além disso, há limitação de atendimentos no Hospital PUC-Campinas e Hospital de Clínicas da Unicamp. O Mário Gatti tem registrado ocupação entre 95% e 100% dos leitos, mas nenhum paciente deixa de ser atendido porque trabalha no sistema “porta aberta”.

A Rede ainda orienta que os pacientes com demandas de baixa complexidade procurem por CSs ou unidades de pronto atendimento (UPAs) para otimizar os atendimentos nos hospitais Mário Gatti e Ouro Verde.

Compartilhe

Conteúdos

- CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE -
Youtube video