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Estado de SP tem queda de 60% nos casos de Mpox; região tem 5 registros

A região de Campinas tem cinco casos confirmados de mpox neste ano, segundo o painel da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. O levantamento aponta ainda 23 notificações,

Mpox
Foto: Divulgação

A região de Campinas tem cinco casos confirmados de mpox neste ano, segundo o painel da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. O levantamento aponta ainda 23 notificações, dois casos em investigação e 12 descartados. Não há mortes registradas até o momento.

Na região de Piracicaba, o Estado contabiliza quatro notificações, dois casos suspeitos e dois descartados. O painel estadual não detalha os municípios nesses dados regionais.

Em todo o estado de São Paulo, são 50 casos confirmados de mpox até esta terça-feira. No mesmo período do ano passado, foram 79 registros em janeiro e 47 em fevereiro.

A Secretaria Estadual da Saúde informou que monitora o cenário epidemiológico de forma contínua e mantém articulação com as secretarias municipais. Segundo a pasta, os serviços de saúde realizam identificação precoce, notificação e investigação de casos suspeitos, com testagem, acompanhamento clínico e rastreamento de contatos.

Na região, Campinas confirmou o primeiro caso no começo de janeiro. O paciente, um homem de 35 anos, apresentou sintomas no dia 3 de janeiro, foi atendido na rede privada e evoluiu para cura no dia 19. A prefeitura informou que não há definição sobre o local de infecção.

Hortolândia confirmou um caso em um homem de 25 anos, notificado em janeiro. Paulínia também registrou um caso no mesmo mês, e o paciente já está curado.

Em Piracicaba, há um caso em investigação. Limeira confirmou dois casos no ano passado, em um homem e uma mulher, e teve dois casos suspeitos neste ano que foram descartados após resultado negativo. Indaiatuba e Nova Odessa ainda não responderam sobre a situação atual.

A transmissão da mpox ocorre principalmente por contato pessoal próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas. A doença pode provocar manifestações cutâneas em qualquer parte do corpo e estar associada a febre, fraqueza, linfonodos inchados, dores musculares, dores nas costas, dor de cabeça, dor de garganta, congestão nasal ou tosse.

Em caso de suspeita, a recomendação é procurar uma unidade de saúde para avaliação. Se o diagnóstico for confirmado, a orientação é adotar medidas para evitar a transmissão e iniciar o manejo clínico individualizado.

A prevenção inclui higienizar as mãos com água e sabão ou álcool em gel, não compartilhar roupas de cama, toalhas, talheres, copos, objetos pessoais ou brinquedos sexuais, evitar contato íntimo ou sexual com pessoas que apresentem lesões na pele e manter isolamento imediato em caso de suspeita ou confirmação da doença.

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