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Excessos de carnaval nas redes sociais podem “queimar o filme” no mundo corporativo

Ouça e assista a entrevista com a especialista em gestão de pessoas, Carla Martins, ao CBN Campinas
Excessos de carnaval nas redes sociais podem “queimar o filme” no mundo corporativo
Ouça e assista a entrevista com a especialista em gestão de pessoas, Carla Martins, ao CBN Campinas

Com o avanço das redes sociais, aquela frase “o que acontece no Carnaval, fica no Carnaval” deixou de ser verdade. 

Em muitos casos, os excessos vividos durante a folia vão parar na internet, e podem prejudicar a carreira de um profissional, como destacou a especialista em gestão de pessoas, Carla Martins, em entrevista ao CBN Campinas desta terça-feira (17). 

A empolgação no story e o famoso “braço curto” no expediente podem “queimar o seu filme”

“É o comportamento, é a produtivdade, é se a pessoa chegou com a mesma disposição de um dia normal. Isso é pesar o resultado que aquele profissional entrega no dia de trabalho”, observa.

O alerta também vale para os perfis privados nas redes sociais. Mesmo usando ferramentas de controle de visualização de conteúdo, colocar o pé na jaca pode não ser uma boa opção para a sua vida profissional

“Então você tem um colega de trabalho, você tem um par, você tem pessoas ali dentro. Exceto se você não aceitar ninguém, só sua família e olhe lá. Mas as pessoas também falam. Uma postagem aliada a um comportamento: ‘Putz, o que que ela fez ontem que ela está com esse comportamento?’. E aí os amigos, os colegas vão falar e também acaba que isso pesa contra você”, ressalta.

Os atestados médicos gerados pelos excessos também não passam despercebidos pelas equipes de RH das empresas. 

“A gente sabe que é fácil conseguir atestados. Você vai num médico, você vai numa consulta online e consegue um atestado. Só que isso dificilmente o empregador, se ele pegou mesmo o atestado, dificilmente o empregador vai conseguir ir atrás de uma justa causa para isso porque ela seria muito ‘fraca’. Aí o empregador vai ter que ir para o comportamento: ‘Você toda segunda-feira pega atestado, não dá para continuar com isso. O que está acontecendo? É dor de cabeça mesmo? Você precisa de um tratamento?’. É uma orientação para que se mude o comportamento”, orienta.

Assista a entrevista na íntegra

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