CBN Campinas 99,1 FM
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Compartilhe

Limeira: Polícia prende dois agressores de mulheres em intervalo de horas

Em um dos casos, vítima sofria violência do companheiro há pelo menos um ano; entenda
Limeira: Polícia prende dois agressores de mulheres em intervalo de horas
Foto: Reprodução/Polícia Civil

A Polícia Civil de Limeira prendeu dois suspeitos de agressão à mulher no intervalo de algumas horas nesta quinta-feira (26).

No primeiro caso, uma vítima de 27 anos, que trabalha como garota de programa, foi procurada por um suspeito e relatou que já conhecia ele de um encontro anterior, quando ele teria feito um pagamento falso. O caso aconteceu nas proximidades de um motel na Rodovia Limeira-Mogi Mirim.

Segundo a investigação, a mulher cobrou o valor pendente, e ouviu a promessa de que receberia um PIX. Ela estava do lado de fora do veículo e se debruçou na janela para confirmar a transferência. De acordo com o boletim de ocorrência, o homem arrancou com o carro e a vítima foi arrastada.

O investigado, José Manoel dos Santos, de 46 anos, foi preso e encaminhado à delegacia. A vítima foi socorrida pelo SAMU e encaminhada à Santa Casa de Limeira, com escoriações no pé, nas pernas, nas mãos e nos braços, e também passou por exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal.

O caso foi registrado como tentativa de feminicídio.

Segundo caso

No segundo caso registrado nesta quinta-feira (26), a Polícia Civil prendeu em flagrante um homem por cárcere privado, lesão corporal, ameaça e violência doméstica contra a companheira.

Nilton Batista, de 46 anos, morava com a parceira, de 36, em uma casa na Vila Cláudia. Segundo a corporação, a vítima relatou que sofria as agressões há pelo menos um ano. Os policiais conseguiram prender Batista depois de a mulher realizar uma denúncia.

Imagens de câmeras de segurança mostram Nilton Batista tentando impedir a saída da vítima de casa. Segundo a Polícia, ele ameaçava a mulher com um simulacro de arma.

De acordo com a corporação, mesmo ferida com as agressões que aconteciam ao longo de um ano, a vítima afirmou que não quis ir ao hospital.

O caso foi registrado como cárcere privado, lesão corporal, ameaça e violência doméstica. Nilton Batista permanece à disposição da Justiça.

Conteúdos