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Hyundai fala em água imprópria após surto, mas Semae rebate e nega irregularidades

A Hyundai Mobis informou, nesta sexta-feira (13), que os exames feitos em coletas de água dos bebedouros e torneiras da unidade apontaram “ausência de cloro residual”. Isso significa que a

Hyundai fala em água imprópria após surto, mas Semae rebate e nega irregularidades
Foto: Reprodução/Hyundai Mobis

A Hyundai Mobis informou, nesta sexta-feira (13), que os exames feitos em coletas de água dos bebedouros e torneiras da unidade apontaram “ausência de cloro residual”. Isso significa que a água estava com proteção menor do que o recomendado, o que pode elevar o risco de contaminação por microrganismos causadores de doenças.

Os laudos foram solicitados depois que 152 funcionários da fabricante de peças automotivas passaram mal após consumirem água e alimentos no refeitório da unidade, em 19 de janeiro deste ano.

O anúncio emitido ainda ressaltou que toda a água utilizada no preparo de alimentos e para consumo na empresa é de origem exclusiva do Serviço de Água e Esgoto de Piracicaba (Semae), sem qualquer captação ou utilização de água de poços artesianos ou fontes alternativas.

No entanto, o Semae afirmou que os laudos referentes a qualidade da água mostraram que a água que chega até o cavalete da fábrica atende a todas as diretrizes e padrões estabelecidos pelo Ministério da Saúde, o que não comprometeria a saúde dos funcionários.

O Semae ainda afirmou que não foram registrados relatos ou reclamações relacionadas à qualidade da água no Parque Automotivo, nem em outros pontos do município.

Já a empresa Sodexo, responsável pelo restaurante da unidade fabril, também analisou os alimentos e disse que apenas os alimentos que tiveram contato com a água, como saladas e legumes crus, foram considerados fora do padrão, o que descarta a comida como fonte do problema.

Todos os funcionários afastados retornaram às atividades profissionais no dia 3 de fevereiro de 2026, informou a Hyundai Mobis. A empresa ainda informou que foram adotadas medidas corretivas e que, em 26 de janeiro, um novo laudo confirmou que a água estava própria para consumo humano.

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