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Número de atendimentos por intoxicação alimentar cresce 40% na região de Campinas

Mais de 137 mil atendimentos médicos por intoxicação alimentar foram registrados entre janeiro e novembro do ano passado nas regiões de Campinas e Piracicaba. Os dados são da Secretaria Estadual

Número de atendimentos por intoxicação alimentar cresce 40% na região de Campinas
Foto: João Valério/ Governo do Estado de SP

Mais de 137 mil atendimentos médicos por intoxicação alimentar foram registrados entre janeiro e novembro do ano passado nas regiões de Campinas e Piracicaba. Os dados são da Secretaria Estadual de Saúde.

Na área da Diretoria Regional de Saúde de Campinas, o número de consultas aumentou 40% no período e passou de 77 mil atendimentos. Já na regional de Piracicaba, foram mais de 59.600 registros, uma alta de 12% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

A intoxicação alimentar é mais comum nos meses mais quentes do ano. De acordo com a Secretaria de Saúde, o calor favorece a proliferação de micro-organismos e aumenta o risco de contaminação e conservação inadequada dos alimentos.

A dona de casa Cintia Maziero passou por esse problema com o filho de 13 anos. Ademir começou a se sentir mal depois de comer um doce comprado em uma confeitaria. Ele teve mais de dez horas de vômitos e diarreia até ser levado ao hospital.

Segundo especialistas, diarreia e vômitos estão entre os principais sintomas da intoxicação alimentar. A doença pode ser causada por vírus, bactérias ou toxinas presentes em alimentos contaminados ou mal conservados, como detalha o gastroenterologista Hércio Cunha.

Em casos mais graves, o quadro pode evoluir para desidratação e exigir internação. O médico reforça a importância de lavar bem as mãos e verificar a procedência e a conservação de alimentos e bebidas.

Além de diarreia e vômitos, a pessoa também pode apresentar febre. Nesses casos, a orientação é procurar atendimento médico imediatamente.

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