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Polícia prende irmão de suspeito de feminicídio em Artur Nogueira

A Polícia Civil, em Artur Nogueira, prendeu na manhã desta sexta-feira, um homem suspeito de envolvimento no feminicídio de Naiara de Souza Lopes. Ele é irmão de Ricardo Machado de

Polícia prende irmão de suspeito de feminicídio em Artur Nogueira
Foto: Arquivo pessoal

A Polícia Civil, em Artur Nogueira, prendeu na manhã desta sexta-feira, um homem suspeito de envolvimento no feminicídio de Naiara de Souza Lopes. Ele é irmão de Ricardo Machado de Souza, ex-companheiro da vítima e apontado como autor do crime. 

De acordo com a Polícia Civil, no dia do assassinato Ricardo teria fugido utilizando o próprio carro e, posteriormente, abandonado o veículo. Em seguida, o irmão o encontrou e o ajudou a deixar o local, levando-o para um destino ainda desconhecido. O carro e aparelhos celulares da família foram apreendidos durante a investigação. A prisão do suspeito é temporária, com prazo inicial de 30 dias. 

O crime aconteceu em 30 de janeiro e, desde então, Ricardo Machado de Souza segue foragido. Em nota ao Grupo EP, a defesa informou que ele estaria disposto a se apresentar à polícia para colaborar com o andamento do processo. 

Naiara tinha 33 anos e trabalhava como babá e garçonete. Segundo familiares, o casal havia se separado há cerca de um mês, após 17 anos de relacionamento. Eles tinham dois filhos: um adolescente de 15 anos, que estava com os avós paternos no momento do crime, e uma criança de 3 anos, que presenciou o assassinato. 

A vítima foi morta a facadas dentro da própria residência. Parentes relataram que Ricardo era controlador e não aceitava o término do relacionamento. O crime ocorreu no sobrado onde o casal morava, no bairro Sacilotto. Segundo a polícia, os dois discutiram durante a tarde, Naiara saiu para trabalhar e, ao retornar para casa com o filho mais novo no colo, foi surpreendida pelo ex-companheiro. 

Ainda conforme a Polícia Civil, Naiara nunca havia registrado denúncias de violência doméstica, e o suspeito não possuía antecedentes criminais. Familiares também afirmaram não ter conhecimento de episódios anteriores de agressão. 

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