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Secretário defende tapa buracos; recapeamento é mais caro e Campinas busca dinheiro no Estado

O secretário de Serviços Públicos de Campinas, Ernesto Paulella, defendeu a operação tapa buracos como uma forma de garantir a manutenção do asfalto de forma mais barata e eficaz. Em

Campinas
Foto: Celina Silveira

O secretário de Serviços Públicos de Campinas, Ernesto Paulella, defendeu a operação tapa buracos como uma forma de garantir a manutenção do asfalto de forma mais barata e eficaz.

Em entrevista ao CBN Campinas, o titular da pasta desde a gestão Jonas Donizette reconhece que o certo seria um recapeamento, especialmente após 10 anos de uso do asfalto, que é o tempo útil médio estimado. Mas, fazer um quilômetro de via custa algo em torno de R$ 1 milhão.

O secretário disse que o governo municipal estuda pedir ao Estado que libere verba, assim como aconteceu para o recapeamento da Avenida Marechal Juarez Távora, por exemplo.

Até o dia 19 de fevereiro, mais de 23 mil buracos foram tapados em Campinas. Ao todo são 12 equipes da pasta que vão atendendo às solicitações encaminhadas ao telefone 156 ou em próprias vistorias que são feitas diariamente, segundo Paulella.

Existem casos em que a responsabilidade do recapeamento é da Sanasa, quando há poços de inspeção –os bueiros. Neste caso, a autarquia é comunicada e, aí, aciona as empresas terceirizadas que fazem o serviço.

Ao repercutir críticas dos ouvintes sobre a qualidade do tapa buraco, Paulella disse que as empresas contratadas pelo serviço são qualificadas e fazem o trabalho de forma adequada. Ele explicou que existem regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas que as empresas devem seguir. Um exemplo: a camada de asfalto não pode ter um centímetro de diferença em relação ao pavimento anterior.

Só este ano, mais de 660 reclamações foram feitas ao 156. O prazo de resposta depende se a via é primária (como avenidas principais) ou secundárias (de bairros). O secretário de Serviços Públicos disse que uma equipe de engenheiros passa pelos locais onde o trabalho já foi feito, e, se algum problema é notado, a empresa é obrigada a refazer o serviço sem cobrar da prefeitura, como uma espécie de garantia.

Reveja a entrevista completa

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