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Viação Jundiaiense fica em primeiro lugar na disputa pelo transporte público de Jundiaí

A Prefeitura de Jundiaí abriu na manhã desta quarta-feira os envelopes com parte da documentação e a proposta comercial das empresas que disputam a nova concessão do transporte público. A

Jundiaí
Foto: Prefeitura de Jundiaí

A Prefeitura de Jundiaí abriu na manhã desta quarta-feira os envelopes com parte da documentação e a proposta comercial das empresas que disputam a nova concessão do transporte público. A Viação Jundiaiense ficou em primeiro lugar e deve assumir a operação pelos próximos quinze anos. A confirmação depende agora da análise dos documentos entregues pela empresa, que apresentou a menor tarifa entre as concorrentes. 

A apuração da CBN mostra que a Viação Jundiaiense superou a Rápido Sumaré, do Grupo Belarmino, e a Sancetur, que opera em cidades como Valinhos e Indaiatuba. Apesar da classificação já estar definida na sessão pública, o processo segue o rito administrativo. Depois da oficialização, a empresa terá cinco dias úteis para entregar o plano de negócios com a comprovação da viabilidade da tarifa apresentada. O resultado oficial será publicado na próxima sessão da licitação. 

A nova concessão prevê uma frota de 244 ônibus e tem como objetivo ampliar o atendimento aos cerca de 90 mil passageiros transportados por dia. O processo foi aberto no fim de dezembro do ano passado e continua em andamento. A abertura dos envelopes desta quarta faz parte dessa etapa, e o resultado será divulgado nos próximos dias na Imprensa Oficial. 

As melhorias previstas foram debatidas em três audiências públicas realizadas durante 2025. No primeiro ano de contrato, está prevista a entrega de 100 ônibus zero quilômetro. A frota com ar-condicionado deve subir de 32 para 60 por cento e o número de articulados vai dobrar de 8 para 16 veículos. Também haverá ônibus preparados para vias de terra e veículos maiores para linhas de maior demanda. 

A idade máxima dos ônibus será de 10 anos, exceto os articulados. A nova frota terá modelos menores para regiões com ruas estreitas e menor demanda. Os ônibus básicos vão atender linhas alimentadoras, enquanto veículos do tipo convencionais e articulados vão operar nas linhas troncais, com maior quantidade de passageiros.

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