A participação ativa dos homens é um elemento central e indispensável para a redução dos índices de violência doméstica e feminicídio no Brasil. Em debate sobre o tema, a advogada Thaís Cremasco ressalto que, embora o feminicídio seja a morte de uma mulher pela sua condição de gênero, a autoria desses crimes é majoritariamente masculina, atingindo a marca de 97% dos casos. O cenário atual exige que o papel do homem ultrapasse a neutralidade de “não agredir” e passe a envolver uma postura proativa na interrupção de ciclos de violência.