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Polícia Civil prende suspeito de atirar em empresário em tentativa de roubo de relógio em Piracicaba

A Polícia Civil prendeu nesta quarta-feira, em São Paulo, um homem de 20 anos suspeito de atirar em um empresário durante uma tentativa de roubo de relógio em Piracicaba. O

Piracicaba
Foto: Polícia Civil

A Polícia Civil prendeu nesta quarta-feira, em São Paulo, um homem de 20 anos suspeito de atirar em um empresário durante uma tentativa de roubo de relógio em Piracicaba. O crime aconteceu em dezembro do ano passado na região central da cidade.

A prisão fez parte de uma nova fase da Operação Relógio de Luxo, chamada O Atirador. O caso ocorreu quando o empresário e a esposa voltavam de Itu e pararam em um shopping de São Roque. Segundo a investigação, eles foram escolhidos por um grupo especializado no furto e roubo de relógios de alto valor.

O casal seguiu para Piracicaba e, ao chegar a um restaurante, o empresário foi abordado por um homem armado em uma moto. O suspeito exigiu um relógio avaliado em cerca de 120 mil reais. O empresário reagiu, houve luta e o criminoso atirou. Ele acertou a vítima de raspão na cabeça. Outro homem em uma segunda moto dava cobertura. Os dois fugiram sem levar nada.

A Polícia Civil informou que o grupo monitorou o casal desde o shopping, usando dois carros e duas motocicletas ao longo de todo o trajeto.

Dois envolvidos já tinham sido presos no mês passado. Na ação desta quarta-feira, o suspeito foi encontrado dormindo em uma casa no Tremembé, na zona norte da capital. Ele não resistiu à abordagem.

Dentro da residência, os policiais apreenderam uma arma com munição, um celular, uma moto sem placa e com numeração apagada e outros objetos. A polícia investiga se a moto foi roubada na Rodovia Fernão Dias no último dia 12, o que ainda depende de perícia.

A corporação disse que três dos quatro suspeitos já foram presos. As duas motos e os dois carros usados no crime foram apreendidos em fases anteriores. O último investigado está procurado pela Justiça.

As ordens de prisão e busca foram autorizadas pelo Juízo das Garantias do Fórum de Piracicaba. A operação foi coordenada por delegados da Unidade de Polícia Judiciária Agrupada de Piracicaba.

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