A execução da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro segue protocolos rígidos estabelecidos pelo Poder Judiciário. A medida, que substitui a custódia em estabelecimento prisional, impõe uma série de condicionantes que alteram drasticamente a rotina do monitorado, visando garantir a ordem processual e evitar a comunicação externa não autorizada.