O indiciamento de um subsíndico pelo crime de homicídio culposo trouxe novamente ao debate a extensão da responsabilidade dos gestores condominiais em casos de acidentes fatais. O caso central envolve a morte de uma menina de 11 anos, eletrocutada na casa de máquinas da piscina de um edifício. O episódio, ocorrido há aproximadamente um ano, destaca as consequências jurídicas da negligência na manutenção de áreas comuns. O colunista Márcio Spimpolo comenta sobre o caso no Condomínio Legal desta terça-feira.