As eleições no Guarani, realizadas em dezembro de 2025, foram suspensas pela Justiça. A juíza Ana Lial Beall, da 11ª Vara Cível de Campinas, determinou nesta quinta-feira (15) a suspensão do resultado do pleito ao identificar irregularidades na Assembleia Geral.
Na ocasião, Rômulo Amaro foi eleito presidente do Guarani para os próximos três anos. No dia da votação, a chapa liderada por Felipe Rosseli foi impugnada.
O despacho determina o afastamento dos eleitos para os Conselhos de Administração, Deliberativo e Fiscal até o julgamento final do caso. A decisão, em primeira instância, também anula a impugnação da candidatura de Felipe Rosseli e da chapa de oposição “Meu Bugre Forte”.
O Guarani ainda não se manifestou oficialmente. O que preocupa é que o documento não especifica quem passa a responder pelo clube diante da suspensão dos eleitos para os respectivos cargos.
O Bugre aguarda os próximos passos jurídicos para definir quem responderá legal e administrativamente pelo clube no curto prazo.
