O Guarani não conseguiu vencer o Itabaiana mesmo jogando no estádio Brinco de Ouro da Princesa. O Bugre saiu na frente do placar com Hebert, mas cedeu o empate ao time sergipano. No final da partida, os torcedores presentes nas arquibancadas vaiaram a equipe, principalmente o técnico Elio Sizenando.
“Temos um bom time, fizemos um ponto, estamos no G-8. O importante é somar e não perder. Não tem pressão sobre mim, estou acostumado. A torcida vai vaiar. Vocês (imprensa) poderiam ajudar um pouco mais. Soltam cada coisa que depois o torcedor vem aqui já pressionando. Poderíamos ter vencido no fim, e mesmo assim houve vaias. Para o Itabaiana é ótimo, mas para os nossos jogadores é ruim. Precisamos de apoio. Os atletas querem ganhar. Poderiam apoiar até o fim. Há erros, mas todos estão se dedicando muito. Vaiar jogador do próprio time não é legal”, afirmou.
Sizenando também comentou sobre a utilização do zagueiro Raphael. No segundo tempo, o jogador foi deslocado para o lado direito após a substituição de Ynaiã.
“Eu sei o lateral que tenho no banco, trabalho com ele todos os dias. Estamos lapidando. Se o Ynaiã estava com dificuldade, entendi que o Yan também teria. Com o Raphael, ganho mais na bola parada e na parte defensiva, além de liberar mais o João Paulo. O problema é que vocês não querem que o Raphael jogue e passam isso para o torcedor. Aí, em vez de apoiar, ele vaiar. A imprensa passa a semana inteira martelando isso”, disse o treinador.
Com o resultado, o Guarani chegou aos cinco pontos, segue invicto e permanece dentro do G-8 da Série C do Campeonato Brasileiro. Na próxima rodada, o Bugre enfrenta a Ferroviária, na segunda-feira (27), em Araraquara.
