Nos últimos anos, educadores de todo o planeta têm se debruçado com uma preocupação comum: a superexposição de crianças e adolescentes às telas. Hoje, smartphones, tablets e computadores cercam os jovens e os retiram do convívio da realidade.
Pesquisas já demonstram que o tempo de uso desses dispositivos no Brasil supera e muito o limite do razoável. Com isso, aspectos como a capacidade de raciocínio, de argumentação, e alguns traços de personalidade, também começam a mudar entre os jovens.
A partir desta segunda-feira (18), a CBN Campinas apresenta a série de reportagens “Algoritmo da Inteligência – A Base da Educação”, que te convida a conhecer bons exemplos que já estão sendo colocados em prática para reverter esse cenário, especialmente na rede pública de ensino.
Episódio 1 • Lições que vêm de casa
No primeiro episódio, vamos debater qual o papel da família no letramento digital dos jovens. Especialistas ouvidos pela reportagem destacam a necessidade de uma “corresponsabilização” pelo processo de educar os jovens. Eles enfatizam que a conscientização para o uso inteligente da tecnologia nasce do diálogo dentro de casa.
Episódio 2 • Ler é preciso
No segundo episódio, vamos debater a diminuição dos hábitos de leitura das crianças e dos adolescentes, e o uso de metodologias ativas para estimular o contato dos jovens com os livros. No esforço para manter as aulas tão atrativas quanto as telas, quem leva a melhor?
Episódio 3 • Quanto vale o tempo?
No terceiro episódio da reportagem, a CBN Campinas te convida a uma reflexão: quanto vale o seu tempo para educar e instruir seus filhos? Acelerados pela dinâmica do universo do trabalho e pelo tempo excessivo dedicado às telas, os adultos têm sofrido do mesmo problema dos jovens: a falta de contato para instruir crianças e adolescentes sobre um uso saudável da tecnologia. Quais as origens desse dilema?
Episódio 4 • Pensando como uma máquina
Para entender como pensam estes adolescentes altamente digitalizados, precisamos refletir sobre como eles raciocinam. Educadores já compreenderam que, parte dessa resposta, está exatamente na forma como computadores associam informações e conhecimentos, que não é exatamente diferente da lógica humana. É o “pensamento computacional”. Vamos desvendar esse mistério?
Episódio 5 • Meu amigo, robô
Dentro da proposta das metodologias ativas, as aulas de robótica se destacam como espaços de interação, pensamento científico e interdisciplinaridade. Requisitos obrigatórios para um uso crítico e, ao mesmo tempo, consciente da tecnologia. Vamos conhecer exemplos das escolas públicas e institutos federais no interior de São Paulo.
Episódio 6 • A bússola da tecnologia
Afinal, as telas fazem bem ou mal para o ensino? Definitivamente, elas são aliadas. Mas qual é o uso consciente? E a inteligência artificial? A CBN conversa com especialistas de diferentes áreas para entender quais os rumos da relação entre tecnologia e educação no século XXI.
