O cenário político nacional é marcado por uma forte ofensiva retórica do governo federal em defesa da soberania, acompanhada de críticas severas a privatizações passadas. Esse movimento estratégico, voltado para o cenário eleitoral, coloca a gestão em modo de campanha, enfrentando o desafio de gerenciar o impacto direto do preço do petróleo e dos combustíveis na bomba para o consumidor final — um desafio semelhante ao enfrentado pela gestão anterior nas últimas eleições.
