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MP suspende corte de árvores remanescentes na Praça do Coco e exige novo laudo da Prefeitura 

O Ministério Público de São Paulo determinou, nesta quarta-feira (13), a suspensão imediata da retirada da árvore remanescente na Praça do Coco, em Barão Geraldo, distrito de Campinas (SP). A

MP suspende corte de árvores remanescentes na Praça do Coco e exige novo laudo da Prefeitura 
Foto: Aline Albuquerque/CBN Campinas

O Ministério Público de São Paulo determinou, nesta quarta-feira (13), a suspensão imediata da retirada da árvore remanescente na Praça do Coco, em Barão Geraldo, distrito de Campinas (SP). A decisão ocorre após questionamentos sobre os laudos técnicos que embasaram o corte de outras duas árvores no local. 

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A medida foi tomada após divergências entre avaliações técnicas apresentadas pela Prefeitura de Campinas e pelo Conselho Municipal de Meio Ambiente de Campinas (COMDEMA). Enquanto o município afirmou que as árvores estavam mortas ou comprometidas, o conselho ambiental contestou parte das conclusões. 

No despacho, o Ministério Público ordena que a prefeitura interrompa qualquer nova intervenção no exemplar arbóreo que ainda permanece na praça até uma nova análise técnica. O órgão também exige a elaboração de um contra laudo, com vistoria presencial feita por profissionais habilitados e metodologia adequada. 

Além disso, a administração municipal deverá apresentar, no prazo de cinco dias, uma manifestação técnica detalhada sobre o parecer do COMDEMA, explicando os critérios utilizados e a possibilidade de preservação da árvore. 

Segundo a Prefeitura de Campinas, a retirada da árvore já havia sido suspensa e o governo municipal informou que está providenciando o novo estudo solicitado pelo Ministério Público. 

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A intervenção na Praça do Coco havia sido realizada após laudos da própria prefeitura indicarem risco e inviabilidade de recuperação das árvores. A nova decisão, no entanto, mantém o impasse técnico e jurídico sobre a continuidade do manejo arbóreo no local. 

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