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Polícia investiga escola de enfermagem por diplomas sem validade em Campinas

Uma escola de enfermagem investigada por funcionar sem autorização do Ministério da Educação foi alvo de uma operação da Polícia Civil em Campinas. A suspeita é de que a instituição

Polícia investiga escola de enfermagem por diplomas sem validade em Campinas
Foto: Polícia Civil/Reprodução

Uma escola de enfermagem investigada por funcionar sem autorização do Ministério da Educação foi alvo de uma operação da Polícia Civil em Campinas. A suspeita é de que a instituição oferecia cursos técnicos irregulares, emitia diplomas sem validade e até formou alunos que hoje atuam em hospitais da região.

Policiais civis cumpriram mandados de busca e apreensão nesta quarta-feira na sede do Instituto Educacional Novo Nível, na rua Doutor Domingos Rimoli Netto, no Parque Valença. Também houve buscas na casa do proprietário da escola.

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A investigação apura crimes de estelionato e exercício ilegal da profissão. Segundo a Polícia Civil, a instituição oferecia curso técnico de enfermagem sem autorização dos órgãos competentes.

O caso começou após denúncias de alunos que afirmam ter sido enganados. Uma estudante procurou o 11º Distrito Policial de Campinas e registrou boletim de ocorrência relatando irregularidades no curso.

Durante a operação, os policiais apreenderam documentos, equipamentos e materiais que podem ajudar nas investigações. A suspeita é de que a escola captava alunos prometendo formação técnica na área da saúde, mesmo sem credenciamento oficial.

O delegado Luiz Fernando Marucci afirmou que a polícia vai investigar se parte dos alunos sabia que o curso não tinha validade reconhecida.

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Cada estudante pagava cerca de R$ 12 mil pelo curso. A Polícia Civil acredita que a instituição começou a funcionar em 2022, já sem autorização legal.

No mês passado, a Diretoria de Ensino da Região Campinas Oeste negou oficialmente o pedido de funcionamento da escola. Segundo a portaria publicada pelo órgão, a instituição não apresentou toda a documentação exigida pelo Conselho Estadual de Educação e o imóvel indicado não tinha estrutura adequada para funcionar como unidade escolar.

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