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Polícia conclui 1º inquérito e aponta novas suspeitas na morte da Maria Eduarda

A Polícia Civil concluiu e enviou à Justiça o primeiro inquérito sobre a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante um salto sem corda na Ponte

Limeira
Foto: Redes sociais

A Polícia Civil concluiu e enviou à Justiça o primeiro inquérito sobre a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante um salto sem corda na Ponte do Esqueleto, entre Limeira e Cordeirópolis. 

Esse primeiro relatório trata dos três homens que já estavam presos desde o dia do acidente: Vitor de Freitas Gonçalves, Maicon Fernandes Cintra e Luis Felipe Feliciano Egoroff. Eles foram indiciados por homicídio com dolo eventual, quando o autor não tem a intenção direta de matar a vítima, mas assume o risco de produzir esse resultado. A defesa de Luis Felipe e de Maicon Fernandes informou que não concorda com o enquadramento do caso. 

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Ao mesmo tempo, a polícia abriu um segundo inquérito, agora para apurar a participação de outras cinco pessoas. Três delas foram presas no último sábado. Esse novo inquérito tem prazo de 30 dias para ser concluído.  

Entre os novos investigados está Evelyne dos Santos Gonçalves, de 29 anos. Segundo a polícia, ela era responsável pela organização do evento. 

Outro nome citado é o de João Pivetta, apontado como responsável por recepcionar os participantes na parte de baixo da ponte. A investigação indica que ele pode ter ficado com a câmera usada no salto, que ainda não foi encontrada. 

Há ainda um terceiro investigado que, segundo a polícia, participava da execução da atividade e teria deixado o local após a queda. 

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A câmera continua sendo uma peça central para esclarecer o caso. A suspeita é de que o equipamento tenha sido retirado e que conteúdos digitais possam ter sido apagados após o acidente. 

A defesa de Evelyne informou que ela vem colaborando com a investigação e que deve prestar depoimento nesta terça-feira. O horário ainda não foi confirmado. 

Já a defesa de João afirmou que ele não participou diretamente do salto e que ajudou a socorrer a vítima, além de ter colaborado com as autoridades. 

Maria Eduarda chegou a ser socorrida, mas não resistiu à queda de cerca de 40 metros. O laudo apontou hemorragia interna grave, além de trauma na cabeça e no tórax. 

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