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Polícia Federal deve receber nesta terça familiares de vítimas da queda do avião da Voepass

A Polícia Federal deve receber nesta terça-feira, representantes da associação de familiares das vítimas do voo 2283 da Voepass, que caiu em Vinhedo.  A reunião deve tratar da preparação e da

Voepass
Foto: Arquivo pessoal

A Polícia Federal deve receber nesta terça-feira, representantes da associação de familiares das vítimas do voo 2283 da Voepass, que caiu em Vinhedo. 

A reunião deve tratar da preparação e da previsão de entrega do relatório final do inquérito sobre o acidente, que deixou 62 mortos em agosto de 2024. O advogado que representa cerca de 130 parentes deve acompanhar o encontro. Integrantes da associação também devem participar. O grupo acompanha o caso nas frentes jurídica e institucional. 

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Depois da reunião, o advogado deve falar com a imprensa sobre o estágio das investigações, os possíveis desdobramentos e a expectativa de responsabilização. 

O relatório da Polícia Federal é visto pelas famílias como um passo importante para o avanço das apurações. Na área cível, a maior parte das ações individuais já avançou para acordos com a empresa. 

O acidente aconteceu em 9 de agosto de 2024. Um avião que saiu de Cascavel, no Paraná, e seguia para Guarulhos caiu em Vinhedo, na região de Campinas. Eram 62 pessoas a bordo, entre passageiros e tripulantes. Ninguém sobreviveu. A aeronave caiu dentro de um condomínio e não houve feridos entre os moradores. 

Durante o voo, o avião deixou de responder à torre e perdeu contato poucos minutos antes da queda. Não houve pedido de socorro. 

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Relatório preliminar do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos apontou que a aeronave enfrentava condições favoráveis à formação de gelo durante o voo. Também houve alertas de perda de velocidade antes da queda, o que indica perda de sustentação. Mesmo assim, a causa do acidente ainda não foi concluída. 

A Agência Nacional de Aviação Civil cassou o certificado de operador aéreo da Voepass, sediada em Ribeirão Preto. A medida suspendeu as operações da empresa após questionamentos sobre segurança e procedimentos internos levantados durante as investigações. 

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