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SUS realiza média de 27 atendimentos diários por asma em Campinas

O protocolo clínico para o tratamento e diagnóstico da asma no Sistema sus já existe desde maio para ampliar a rede de cuidados, principalmente, dos pacientes em casos graves. Em Campinas,

SUS realiza média de 27 atendimentos diários por asma em Campinas
Foto: Pixabay

O protocolo clínico para o tratamento e diagnóstico da asma no Sistema sus já existe desde maio para ampliar a rede de cuidados, principalmente, dos pacientes em casos graves. Em Campinas, o número de atendimentos para a doença na rede de atenção primária, é de 27 por dia. Somente nos centros de saúde da cidade, foram feitos quase 2.500 atendimentos por causa de asma no começo do ano.  

A asma não tem cura, apenas controle. No caso da professora Vanessa Teberga, são três medicamentos: dois de uso contínuo e a chamada bombinha que permite a respiração nos momentos de crise. ela levou um tempo até confirmar o diagnóstico da doença, que veio depois de atendimentos no posto de saúde perto de casa. 

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Entre os tratamentos mais comuns para a asma, está o uso de anti inflamatórios com corticoides. Para ampliar a chance de tratar a doença com medicamentos imunobiológicos, o protocolo clínico para asma foi atualizado. O Ministério da Saúde incluiu o medicamento mepolizumabe para o tratamento de pacientes com idade entre 6 e 17 anos com asma grave. O benralizumabe passou a ser indicado como tratamento auxiliar de manutenção para asma grave em adultos. Remédios à base de dupilumabe podem ser usados em casos de asma grave com alto nível alérgico. Já o omalizumabe foi mantido para o tratamento da asma grave alérgica não controlada apesar do uso de corticoides inalatórios, como os das bombinhas. 

O médico pneumologista João Carlos de Jesus explica que alguns casos de asma grave podem ser tratados com esses novos medicamentos. 

Segundo o Ministério, a nova norma é necessária para garantir a conformidade com as recomendações de cuidado para a asma baseadas na versão mais recente das diretrizes de órgãos internacionais ligados à Organização Mundial da Saúde.  

Apesar da atualização do protocolo, o Ministério da Saúde ainda não finalizou a compra dos novos medicamentos indicados para asma. Por isso, não existe previsão de quando estarão disponíveis pelo SUS.

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